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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Proteja seu pet de acidentes domésticos

Fique por dentro das dicas para evitar que cães e gatos comam objetos indesejados dentro de casa


Dar brinquedos apropriados para os animais evitam possíveis acidentes
Crédito: Flickr/ CC - TheGiantVermin

Diante dos inúmeros casos de cães e gatos que comem corpos estranhos como brinquedos, sapatos, entre outros, o Kennel Clube Americano e a Associação Internacional de Felinos elaboraram algumas dicas para evitar os acidentes. Confira!

1. Você, com certeza, vai evitar uma indesejável consulta ao veterinário se investir em uma casa à prova de acidentes. Isso inclui não deixar latas de lixo, roupas, sapatos e brinquedos ao alcance dos bichos. Uma atenção redobrada deve ser tomada com enfeites em cima de estantes e mesas, principalmente para os que têm gatos, que conseguem subir facilmente em locais mais altos.

2. Providencie alternativas para seus pets. Se você der a eles seus próprios brinquedos para morder, fios elétricos, meias, dentre outros, deixarão de ser tão apreciados. Apenas cuide para que os brinquedos sejam de um tamanho suficiente para que não possam ser engolidos acidentalmente.

3. Brinquedos coloridos, que fazem barulho e que permitem que o dono possa esconder algum petisco dentro são os que mais fazem sucesso com os cães exigentes. Caso os brinquedos não sejam muito atrativos, procure oferecer pedaços de couro de boi ou ossos vendidos em pet shops, específicos para cães. No caso de gatos, brinquedos com catnip dentro costumam entreter os bichanos por bastante tempo.

4. Supervisione seus animais. Mesmo com todos os cuidados, acidentes podem acontecer, e estar atento é fundamental para tomar uma atitude rápida caso precise salvar o bichinho de algum problema.

5. Pratique exercícios regulares com seus pets. Procure agendar diariamente um horário para interagir com o bichinho, assim ele gastará mais energia e dificilmente vai procurar morder ou engolir objetos indesejados. Isso porque esse comportamento é típico de animais entediados.
Cr´dito -Uol Bichos
Otimo dia todos
Bjao
Ale Cristini

sexta-feira, 2 de julho de 2010

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Cachorro volta para casa depois de 5 anos

Dono perdeu Jack quando foi à Irlanda, e graças ao microchip, o cãozinho foi encontrado na Inglaterra


Agora, os dois cachorrinhos atendem pelo mesmo nome
Crédito: Reprodução / Daily Mail

Volta e meia, sempre há um cachorrinho que se perde de seu dono. Em um caso recente, um bichinho só retornou para casa depois de quatro anos. Mas outro totó “superou o feito”, e conseguiu voltar para seu lar depois de incríveis cinco anos, para a felicidade de seu dono.

Quando o amado Jack Russell do inglês Michael Neary desapareceu há cinco anos, durante uma visita à Irlanda, o dono ficou desconsolado. Depois de um ano, o vazio em sua vida foi tão grande que apenas outro cachorro poderia preenchê-lo.

Segundo o jornal Daily Mail, foi então que o jardineiro de Morpeth, no condado de Northumberland, decidiu comprar um dos irmãos de seu cãozinho perdido, depois de mais uma ninhada dos mesmos pais, e o batizou de Jack, nome igual ao do outro cachorro. Na semana passada, no entanto, ele ficou surpreso quando recebeu uma ligação dizendo que Jack estava vivo e passando bem, em um abrigo de animais na Inglaterra, no condado de Cambridgeshire.

O dono do cachorrinho conseguiu reencontrá-lo graças à equipe do abrigo Wood Green, que descobriu que Jack estava microchipado com o número do telefone de Neary e seu endereço.

O incidente também surpreendeu os funcionários do abrigo. “A história de Jack impressionou a todos. Nós tivemos alguns casos em que demoraram vários meses para que um dono se reunisse ao seu cachorro, mas nunca algo como cinco anos”, disse um porta-voz da organização.

Neary ficou impressionado e muito feliz por seu cãozinho ter sido encontrado depois de tanto tempo. “Meu filho James foi buscá-lo imediatamente, e tudo parecia um pouco irreal, até que vi Jack novamente”, contou à publicação. “No começo, ele ficou desconfiado, mas depois de algum tempo começou a olhar para mim com a cabeça levantada, e parecia pensar: ‘eu conheço esse cara’”.

Enquanto isso, o outro Jack não faz ideia do que está acontecendo. “Quando eu chamo Jack, ambos vêm correndo abanando o rabo, e eu não sei como vou diferenciar um do outro agora. Eu poderia começar a chamá-los de primeiro Jack e o segundo Jack".

Crédito - Uol Bichos

Muito bom o reencontro, pra quem vive me perguntando para que colocar chip em Animais de estimação, acho esse um ótimo motivo.
Em alguns países os animais de rua também carregam um Chip para controle de natalidade e até mesmo de abandono.
Lindo dia a todos!!!
Ale

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Os riscos da Traqueobronquite Infecciosa Canina

Veterinária explica as formas de contágio e como prevenir a doença



Mais conhecida como “Tosse dos Canis”, a doença é uma enfermidade que ataca o sistema respiratório dos cães, produzindo crises de tosse. Para os donos, a impressão é que os bichinhos estão com algo incomodando a garganta. Trata-se de uma doença que aparece sem avisar e não proporciona ao proprietário indícios do problema antes dele se instalar. Pode atingir animais de diferentes idades, tendo como principal característica episódios de tosse associados à dificuldade respiratória em menor ou maior intensidade.

Os animais mais susceptíveis à Tosse dos Canis são os filhotes e os adultos debilitados por outras doenças, como verminoses ou aqueles submetidos a situações de estresse, como viagens longas, confinamentos em hotéis, caixas em exposições, alimentação inadequada, anemias, etc.

A doença é altamente transmissível pelas gotas de saliva e os animais apresentam os primeiros sintomas entre três a 10 dias após a infecção. Vale lembrar que os sintomas podem persistir por até quatro semanas. Fatores ambientais como, produtos de limpeza à base de formol, poeira e alterações bruscas de temperatura também podem predispor os animais às crises, favorecendo a penetração de microorganismos da tosse dos canis.

Outro sintoma comum, a irritação das narinas, pode facilitar a penetração dos micróbios existentes no chão e na terra, facilitando o surgimento de uma secreção purulenta no nariz. Nestes casos é necessária a aplicação de antibióticos, principalmente quando os animais apresentam falta de apetite, febre, apatia e perda de peso.

Na maioria dos casos, a infecção é dupla, causada por vírus (influenza) e bactéria (bordetella bronchiseptica). Recomenda-se a imunização dos filhotes através do uso de vacinas intranasais a partir de oito semanas de vida, com revacinação anual.

E não se esqueça, com a chegada do inverno, não deixe a vacinação para a última hora! Proteja seu cãozinho já!

Crédito Pet Mag

Vamos ficar atentos!!!
Ale

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Bichos procuram alma gêmea na Internet

Na onda dos namoros virtuais, até mesmo cães e gatos estão em busca de um parceiro nas redes sociais


Os cachorros também estão em busca de sua cara metade
Crédito: Flickr/ CC - Donnaphoto

Os donos já cansados de presenciar seu amigo peludo atacando a perna das visitas, finalmente, podem ficar tranquilos. Isso porque a solução do problema é mais simples do que parece. Que tal encontrar um parceiro para o bichinho? Assim, ele não teria a necessidade de atacar as pessoas ou ursinhos de pelúcia por aí. E como nem sempre é fácil encontrar um namorado (a) à altura do seu pet, algumas agências de relacionamento e redes sociais têm contribuído nesse aspecto.

Às vésperas do Dia dos Namorados, a comunidade “Agência de Namoro Para Cães”, do Orkut, é uma das mais frequentadas pelos solteirões de quatro patas. O Cocker Spaniel Dimon, de 2 anos, é um deles. Segundo a publicitária Mariana Leivas Lourenço, proprietária do cãozinho, o perfil foi aberto há 15 dias e já conta com o interesse de duas pretendentes. “Ainda não achei uma namorada para ele porque o perfil dele é novo, mas procuro alguém que seja da mesma raça e que tenha uma idade que não vá comprometer a saúde da cachorrinha”, esclarece a carioca.

Com um pouco menos de sorte que Dimon, Bethoven, um Pinscher miniatura de 3 anos, ainda não encontrou sua alma gêmea, mas está confiante, como conta Halis Matozo, dono do animal. “Resolvi procurar uma namorada para ele na Internet, pois é um dos meios de comunicação mais usados, ou seja, as chances de encontrar alguém são maiores”.


O Cocker Dimon está em busca de uma parceira e já tem duas pretendentes
Crédito: Arquivo pessoal

Esse foi o mesmo motivo que levou Mariana Leivas a criar um perfil para seu Cocker, que como a própria dona define, é um ótimo partido. “O Dimon é um cãozinho dócil, carinhoso, brincalhão, um pouco teimoso e carente também”. Já Bethoven é mais direto na sua definição: “sou um cão de bom temperamento e muito carinhoso”.

Amor, sexo e DSTs
Apesar da simplicidade de alguns na descrição de suas características, há quem prefira os detalhes mais particulares para fisgar rapidamente o coração de uma cadelinha. O Maltês Billy, por exemplo, se define como “macho, bota macho nisso”, carioca da gema e quatro anos de amor acumulado.

O cãozinho vai além, e conta características importantes, como o fato de ser “limpo, asseado e dono de um olhar muito cativante”. Infelizmente, apesar de suas investidas, o animal aguarda por uma pretendente que preencha suas expectativas. “Não tenho preconceito para o amor. Já que nunca estive com uma fêmea da mesma raça, não tenho esse tipo de exigência”, finaliza.

Apesar do amor não ter preconceitos, a médica veterinária Fernanda Fragata, do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo, lembra da importância da análise de alguns detalhes quanto à saúde. Na hora de escolher um parceiro para o animal, o dono deve pedir informações sobre o seu histórico para evitar problemas genéticos nos filhotes, futuramente. “No caso de doenças como displasia, sarna, demodécica, entre outros, o cruzamento é contra-indicado”, orienta a especialista.


Para garantir a saúde dos filhotes que nascerão, é preciso estar atento à saúde do casal de animais
Crédito: Flickr/ CC – Dragan*

A veterinária alerta ainda para as já conhecidas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) que também são transmitidas entre os bichinhos. “Infelizmente, a contaminação do parceiro é muito frequente. Existe o TVT (tumor venéreo transmissível), por exemplo, cujo contágio é muito fácil e o tratamento é à base de quimioterapia, e em alguns casos, até a cirurgia”.

Outra doença frequente é a brucelose, que causa abortos e pode levar os animais à esterilidade. A médica alerta ainda que a doença “é uma zoonose, ou seja, pode acometer os donos do animal, causando as mesmas consequências nos humanos”.

E para aproveitar o Dia dos Namorados com segurança, a Dra. Fernanda orienta os donos a manterem sempre em dia a carteirinha de vacinação dos animais e se possível, visitar o ambiente onde o pretendente vive, para só depois, permitir o namoro. Lembrando que a vermifugação também é essencial, principalmente para as futuras mamães.

Muito legal, aco que a proposta é válida.
Apoiado!!!
Ale