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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Proteja seu pet de acidentes domésticos

Fique por dentro das dicas para evitar que cães e gatos comam objetos indesejados dentro de casa


Dar brinquedos apropriados para os animais evitam possíveis acidentes
Crédito: Flickr/ CC - TheGiantVermin

Diante dos inúmeros casos de cães e gatos que comem corpos estranhos como brinquedos, sapatos, entre outros, o Kennel Clube Americano e a Associação Internacional de Felinos elaboraram algumas dicas para evitar os acidentes. Confira!

1. Você, com certeza, vai evitar uma indesejável consulta ao veterinário se investir em uma casa à prova de acidentes. Isso inclui não deixar latas de lixo, roupas, sapatos e brinquedos ao alcance dos bichos. Uma atenção redobrada deve ser tomada com enfeites em cima de estantes e mesas, principalmente para os que têm gatos, que conseguem subir facilmente em locais mais altos.

2. Providencie alternativas para seus pets. Se você der a eles seus próprios brinquedos para morder, fios elétricos, meias, dentre outros, deixarão de ser tão apreciados. Apenas cuide para que os brinquedos sejam de um tamanho suficiente para que não possam ser engolidos acidentalmente.

3. Brinquedos coloridos, que fazem barulho e que permitem que o dono possa esconder algum petisco dentro são os que mais fazem sucesso com os cães exigentes. Caso os brinquedos não sejam muito atrativos, procure oferecer pedaços de couro de boi ou ossos vendidos em pet shops, específicos para cães. No caso de gatos, brinquedos com catnip dentro costumam entreter os bichanos por bastante tempo.

4. Supervisione seus animais. Mesmo com todos os cuidados, acidentes podem acontecer, e estar atento é fundamental para tomar uma atitude rápida caso precise salvar o bichinho de algum problema.

5. Pratique exercícios regulares com seus pets. Procure agendar diariamente um horário para interagir com o bichinho, assim ele gastará mais energia e dificilmente vai procurar morder ou engolir objetos indesejados. Isso porque esse comportamento é típico de animais entediados.
Cr´dito -Uol Bichos
Otimo dia todos
Bjao
Ale Cristini

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Bichos são melhores ouvintes que os homens

Pesquisa realizada na Nova Zelândia revela que as mulheres preferem conversar com seus cães e gatos

A constante insatisfação das mulheres quanto a falta de atenção de seus maridos acaba de render um estudo na Nova Zelândia. Questionadas se seus cães são melhores ouvintes que seus maridos, 31% das neozelandesas responderam que sim.

O estudo foi feito pela Nestlé Purina, que também ouviu os homens do país. No caso deles, 14% admitiram que seu amigo de quatro patas demonstra mais carinho que suas esposas.

Após ouvir cerca de 250 donos de cachorros e outros 250 de gatos o estudo concluiu que quase 50% das donas de gatos preferem dividir seus problemas com eles. E para comprovar o novo posto de “membros da família”, a pesquisa revelou ainda que 50% dos entrevistados se consideram pai ou mãe de seu bichinho de estimação

Crédito -Pet Mag

É isso ai, os homens estão perdendo campo até para os animais rs... eles que se cuidem!!!
AleCrsitini

sábado, 21 de agosto de 2010

Olá Ale Cristini.
Estou lhe contatando por indicação do Murilo, que trabalha no Jornal Primeiramão, junto comigo.Tive meu casal de gatinhos com 4 meses envenenados pelo meu vizinho de chácara no Interior de SP.Triste não? Pois é...!Fiz o B.O junto a Delegacia de Policia, tirei fotos, filmei, pois os encontrei mortos no quintal dele, e também requisitei a necrópsia dos animais (laudo), que ficará pronta no final deste mês, porém em contato com o laboratório, fui informada que se trata de chumbinho.
Gostaria de saber se você pode me ajudar, ou me indicar quem possa fazer uma
reportagem sobre esta brutalidade e covardia, pois não só eu, como outros moradores, já tiveram seus animais mortos por envenenamento, pelo mesmo cidadão.
O que realmente gostaríamos, é que este cidadão tome uma prensa, ou melhor um susto e pare de bancar o Serial Killer de Animais, e assim evitarmos mais mortes e tristeza em nosso bairro.
Aguardo sua resposta e desde já agradeço a atenção dispensada.
Cordialmente Elisabete.

Absurdo este caso - Pet na Net vai até lá resolver este assunto urgente.
Esta marcado para dia 4 de sentembor -acompanhem e lembres-se DENUNCIE!!!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Gatinho nasce com quatro orelhas

Apesar de raro, o caso de Luntik não é o único, já que um bichano nos Estados Unidos tem a mesma característica


Apesar do par extra de orelhas, o gatinho não escuta com elas
Crédito: Reprodução / Daily Mail

Luntik é um filhote de três meses muito especial. Ele vive em uma garagem, em Vladivostok, Rússia, e nasceu com um par extra de orelhas. Segundo informações do site do jornal Daily Mail, apesar da curiosa característica, o bichano não desenvolveu outros dois ouvidos, ou seja, as orelhas não têm função.


Gatinho russo é o segundo caso no mundo com a curiosa característica
Crédito: Reprodução / Daily Mail

A publicação revelou ainda que o caso de Luntik não é exclusivo. Yoda, um gato que vive em Chicago, Estados Unidos, também nasceu com duas orelhas, mas elas são ainda maiores.

Créditos - Uol Bichos

Muito bonitinho , 4 orelhas é demais ainda bem que não ouve por todas senão facria maluquinho ne rs...
Bjao a todos
Ale

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Mônica Bergamo: Donos suspeitam de veneno no parque Ibirapuera após morte de cães

Um cachorro morreu envenenado no mês passado após a dona do animal levá-lo ao parque do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo. A informação é da coluna Mônica Bergamo publicada na edição desta quinta-feira da Folha (a íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

A estudante Tammy Romero diz que a poodle, de 13 anos, começou a passar mal um dia depois do passeio. "Exames indicam que ela ingeriu veneno de rato misturado com caldo de carne", diz. Tammy afirma ter ouvido falar de cinco casos parecidos.

O parque Ibirapuera diz que "o trabalho de controle de roedores é feito pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ)" e que o procedimento, feito pela última vez em janeiro, não coloca em risco a saúde dos animais. Diz também que "o CCZ não utiliza tempero de caldo de carne em seus procedimentos".

É duro saber até onde vai a maldade das pessoas.
Meus pesames a Mônica que perdeu uma amiga de longa data!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Bêbado invade zoo, senta em crocodilo e é mordido na Austrália


O bêbado sobreviveu a mordida de crocodilo de um zoológico australiano após decidir, sob efeitos do álcool, entrar na jaula do réptil e sentar-se sobre o animal

Um homem sobreviveu a uma agressão de um crocodilo em um zoológico da Austrália após decidir, sob efeitos do álcool, entrar na jaula do réptil e sentar-se sobre ele, informou nesta terça-feira a imprensa local.

O homem, de 36 anos, foi expulso de um bar devido a seu estado de embriaguez, e depois se dirigiu ao Broome Crocodile Park, no noroeste do país, onde, após saltar uma cerca com arame farpado, se sentou sobre um crocodilo de água salgada, que mede cinco metros, pois "queria acariciá-lo".

Segundo a Polícia, o réptil reagiu mordendo o homem na perna, e depois o soltou. Aproveitando o vacilo, o invasor deixou a jaula.

"Teve muita sorte de sair vivo. Estes crocodilos são conhecidos pelo fato de não deixarem ninguém escapar quando mordem", disse o sargento Roger Haynes à rádio ABC.

Após o ataque, o homem, um turista do leste do país cuja identidade não foi divulgada, foi levado a um hospital, onde passou por uma cirurgia.

Os crocodilos de água salgada são os maiores répteis do mundo, e podem medir até sete metros.

Aff!! Tem doido pra tudo rs....
Bjao
Ale

domingo, 11 de julho de 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

MassoPet atende em domicílio nos EUA

Tratamento é destinado para animais que sofrem de tensão muscular e condições relacionadas à idade


Massagista diz que já viu vários cães sorrirem durante sessão
Crédito: Reprodução/SFGate.com

Depois que os animais de estimação finalmente conquistaram um lugarzinho como membro das famílias brasileiras, o mercado pet tem investido em serviços cada vez mais exclusivos para eles, como hotéis, spas e até mesmo padarias. A nova investida do setor são os massoterapeutas, que cuidam, principalmente, dos problemas musculares dos bichinhos.

A novidade também contagiou os pets nos Estados Unidos, por meio do trabalho da especialista Shelah Barr, que trata animais feridos e velhinhos todos os dias, em domicílio. Ela vive no distrito de Castro, em São Francisco, EUA, com seu cachorro, Bunny, uma mistura de shih-tzu com poodle.

Shelah é uma terapeuta licenciada em massagem, que trabalha exclusivamente com pequenos animais. Ela trata gatos, furões e até chinchilas, muito embora 98% dos seus clientes sejam caninos.

De acordo com o site SFGate.com, Shelah diz saber quando o cão está desfrutando de sua massagem. “Eu vejo um monte de cachorros sorrindo. É engraçado ver, mas é definitivamente um sorriso. Eles abanam o rabo, gemem, rolam e saltam para me beijar. Na maioria das vezes eles simplesmente adormecem”.

A americana atende seus clientes em suas próprias casas e gosta que o dono esteja por perto. A maioria dos tratamentos são para tensão muscular e condições relacionadas à idade, como displasia e artrite. “A massagem não irá reverter o processo de envelhecimento, mas o que posso fazer é retardá-lo e ajudar a manter seu pet ativo por um longo período de tempo. Isso os faz sentir melhor”, disse Shelah ao site.

A americana disse ainda que a decisão de trabalhar com cães não foi consciente, mas foi feita pelos animais. “Eu passei por uma fase onde os cachorros caminhavam até mim na rua, nas lojas, em todos os lugares que eu ia. Ao acariciá-los, eu podia sentir que tinham feridas ou tiveram algum problema”.

Foi então que ela resolveu voltar à escola e estudar sobre a anatomia de pequenos animais, fisiologia, cinesiologia e comportamento. “Eu não tinha ideia de que os cães têm uma linguagem e os seus próprios protocolos de comportamento”, disse Shelah.

De acordo com o site, por meio da massagem os cães podem recuperar a amplitude de seus movimentos. “Eu trabalhei em um animal por meia hora, fiz uma massagem de corpo inteiro e um pouco nos pés. Ele se levantou quando havia terminado, correu pelo quarto e deitou-se em um canto e mastigou um osso. Então, sua dona disse que ele não fazia isso há meses, não conseguia segurar nada em suas patas”, finalizou a massagista, orgulhosa.

Créditos:BBC - Brasil

Muito bom, massagem e sempre bem vinda não é pessoal!?
Principalmente depois de uma longa caminhada, e os animais precisam de exercícios diários e muito deles ja são idoso e sofre de algum tipo de dor...a massagem é um bom caminho pra melhorar isso.
Bjao
Ale

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Entidades de defesa dos animais protestam contra "encerro" na Espanha

Pamplona - Pelo 9º ano consecutivo ativistas que lutam pela defesa dos touros, como a Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) e AnimasNaturalis protestaram em Pamplona pelo tratamento que recebem os touros nos encerros e nas corridas das festas de São Firmino. Durante uma hora, 90 pessoas representaram com seus corpos no chão da praça em frente da Prefeitura a imagem de um touro ensanguentado. Pintados de preto para simular o corpo do animal e de vermelho para representar os ferimentos que os touros sofrem durante a cerimônia, os ativistas da Peta e AnimaNaturalis denunciaram com cartazes o que Pamplona é durante os Festa de São Firmino "sangue, tortura e morte". Uma grande faixa pedia a "abolição" das festividades e em outros era possível ler "Basta. Não às corridas de touros"
Crédito - Folha

.Todo tipo de sofrimento, dor, maus tratos... não podem mas fazer parte de tradições. Tradição é alegria, é pra reunir pessoas para o bem!!! Ale

Dachshund luta pelo título de cão mergulhador

Para realizar os mergulhos, Boniface usa um traje especial e ganha salsichas como incentivo e pagamento




Cãozinho tem traje especial para mergulhar em águas profundas
Crédito: Reprodução/Mail Online



Um grupo de mergulhadores russos tem um novo recruta, mas o que diferencia esse integrante, no entanto, é o seu tamanho diminuto. Ele é pequeno, peludinho e tem quatro patas! Sim, trata-se de um cachorrinho da raça Dachshund o novo membro da equipe.

Segundo o site do jornal Daily Mail, o “cão marítimo” mergulha com seu proprietário em um traje projetado especialmente para ele, e também uma máscara respiratória. Sergei Gorbunov é mergulhador profissional e foi também o responsável por treinar Boniface para a função.

Em entrevista à publicação, Gorbunov diz que sempre que ia mergulhar sem Boniface, o cão ficava chateado, então decidiu resolver o problema levando-o junto. Coube a uma empresa sul-coreana fazer o traje, e agora, os corajosos mergulhadores estão aptos para passar horas sob as ondas perto de Vladivostok, na Rússia.


Mergulhadores preparam Boniface para um mergulho teste na piscina
Crédito: Reprodução/Mail Online

A roupa vem acoplada com tanque de oxigênio e máscara de plexiglas, um material que resiste a altas pressões. Boniface, até agora, vestiu a roupa em uma série de testes em piscinas de águas profundas, com um pouco de incentivo de salsichas dadas por seu dono.

Gorbunov, que é diretor de mergulho do Vladivostok Maritime College, disse que seu cãozinho sentiu-se confortável com o mergulho. “Nós achamos que a experiência é um grande sucesso, Boniface se sentiu confortável com a água, mas talvez, seja só porque ele se alimenta de salsichas, antes e depois dos mergulhos”.

De acordo com o site, Sergei disse também que Boniface estará pronto, em breve, para mergulho em águas abertas com a equipe, em profundidade de até 45 metros, que é a distância máxima para mergulhadores humanos.

Muito bom rs...
Mergulhar é muito bom não me surpreende o cãozinho ter gostado!!!
Bjao
Ale

sexta-feira, 2 de julho de 2010

quinta-feira, 1 de julho de 2010

OAB aciona justiça estadual contra a “Lei da Pesca” do MS

Pedidos de inconstitucionalidade feitos por deputados estudam é aceito pelo órgão, que vê lei infringir artigos da Constituição Federal
Por: Lielson Tiozzo

Publicado em: 06/2010



A Ordem dos Advogados do Brasil do Mato Grosso do Sul (OAB-MS) garantiu que ingressará com Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a lei estadual 3.886 mais conhecida como “Lei da Pesca”. A lei permite o uso de apetrechos antes não permitidos, como redes e anzóis de galho, para qualquer pescador munido de licença de pesca.

O pedido de inconstitucionalidade encaminhado pelos deputados estaduais Paulo Duarte (PT) e Paulo Corrêa (PR) no começo de maio foi analisado pela Comissão de Direito Ambiental da entidade e aprovado em reunião no último sábado, 26. Segundo a OAB-MS, a “Lei da Pesca” fere dispositivos ambientais previstos em leis federais e também da Constituição Federal.

Para o presidente da Comissão de Direito Ambiental, Abel Costa de Oliveira, “a lei em questionamento causou um grande clamor público por parte da sociedade sul-mato-grossense, tendo em vista as possibilidades de aumento dos danos ambientais ao estado e a gravidade que se avizinha com desrespeito ao meio ambiente”.

O presidente da OAB-MS, Leonardo Duarte a Adin, diz que lei deve ser ajuizada porque, além de afrontar o artigo 222 da Constituição Estadual, entra em conflito com outras leis federais.

“Existe a inobservância dos princípios da precaução e da prevenção, em matéria ambiental. Outro ponto que fundamenta a necessidade de uma representação contra o Estado é que essa nova lei viola o artigo 24 da Constituição Federal”, explica.

“O parecer mostra que a lei contém alguns equívocos que podem ser questionados judicialmente, principalmente em relação à forma como foi elaborada. Além disso, ela viola o princípio da primazia da vida, a partir do momento em que prioriza o fator econômico”, comenta Duarte a Adin.

Por meio de sua assessoria, o deputado Paulo Duarte comemorou a decisão da OAB-MS. “Essa lei prevê basicamente a possibilidade de utilização de todos os petrechos e insumos de pesca e permite que pessoas que não vivem da pesca exerçam irregularmente a atividade. Isso prejudica o verdadeiro pescador, que trabalha exclusivamente com a pesca”, afirma.

Crédito - Uol Bichos

Estou de a acordo com o deputado, pricipalmente porq acho que pesca como esporte é um absurdo.
A grande maioria dos peixes pescado e solto acabam morrendo devido ao ferimento.
VIVA A VIDA!!!
Bjao
Ale

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Cavalos e seus disfarces

Há quem prefira como pet um robusto equino. E para mantê-lo sempre bonito, além dos cuidados com sua saúde, muitos também investem em fantasias













Cachorro volta para casa depois de 5 anos

Dono perdeu Jack quando foi à Irlanda, e graças ao microchip, o cãozinho foi encontrado na Inglaterra


Agora, os dois cachorrinhos atendem pelo mesmo nome
Crédito: Reprodução / Daily Mail

Volta e meia, sempre há um cachorrinho que se perde de seu dono. Em um caso recente, um bichinho só retornou para casa depois de quatro anos. Mas outro totó “superou o feito”, e conseguiu voltar para seu lar depois de incríveis cinco anos, para a felicidade de seu dono.

Quando o amado Jack Russell do inglês Michael Neary desapareceu há cinco anos, durante uma visita à Irlanda, o dono ficou desconsolado. Depois de um ano, o vazio em sua vida foi tão grande que apenas outro cachorro poderia preenchê-lo.

Segundo o jornal Daily Mail, foi então que o jardineiro de Morpeth, no condado de Northumberland, decidiu comprar um dos irmãos de seu cãozinho perdido, depois de mais uma ninhada dos mesmos pais, e o batizou de Jack, nome igual ao do outro cachorro. Na semana passada, no entanto, ele ficou surpreso quando recebeu uma ligação dizendo que Jack estava vivo e passando bem, em um abrigo de animais na Inglaterra, no condado de Cambridgeshire.

O dono do cachorrinho conseguiu reencontrá-lo graças à equipe do abrigo Wood Green, que descobriu que Jack estava microchipado com o número do telefone de Neary e seu endereço.

O incidente também surpreendeu os funcionários do abrigo. “A história de Jack impressionou a todos. Nós tivemos alguns casos em que demoraram vários meses para que um dono se reunisse ao seu cachorro, mas nunca algo como cinco anos”, disse um porta-voz da organização.

Neary ficou impressionado e muito feliz por seu cãozinho ter sido encontrado depois de tanto tempo. “Meu filho James foi buscá-lo imediatamente, e tudo parecia um pouco irreal, até que vi Jack novamente”, contou à publicação. “No começo, ele ficou desconfiado, mas depois de algum tempo começou a olhar para mim com a cabeça levantada, e parecia pensar: ‘eu conheço esse cara’”.

Enquanto isso, o outro Jack não faz ideia do que está acontecendo. “Quando eu chamo Jack, ambos vêm correndo abanando o rabo, e eu não sei como vou diferenciar um do outro agora. Eu poderia começar a chamá-los de primeiro Jack e o segundo Jack".

Crédito - Uol Bichos

Muito bom o reencontro, pra quem vive me perguntando para que colocar chip em Animais de estimação, acho esse um ótimo motivo.
Em alguns países os animais de rua também carregam um Chip para controle de natalidade e até mesmo de abandono.
Lindo dia a todos!!!
Ale

terça-feira, 29 de junho de 2010

Ratos surfistas participam de competição

Cabe ao australiano Shane Wilmott treinar os roedores, que dão um verdadeiro show nas praias Camundongo dá show surfando na Austrália Crédito: Reprodução / Mail Online Ser capaz de equilibrar-se sobre uma prancha de surfe é um feito para se orgulhar, ainda mais se você tiver quatro patas e for minúsculo como um ratinho. De acordo com o site do jornal Daily Mail, os roedores são os novos reis do surfe, com direito até a pranchas especialmente produzidas para o tamanho deles. Os machos de 8 meses, Rocket, Peanut, Skidmark e Banzai, aparentemente, aprenderam todas as habilidades necessárias para fazer as manobras no mar. Foi Shane Wilmott, 39 anos, que enxergou o talento dos roedores. Ele faz réplicas em miniatura de pranchas de surfe e ensina sua trupe como dominá-las. Wilmott, que cria os ratos em sua casa, em Gold Coast, Austrália, disse: “Ao contrário da crença popular, ratos são incríveis nadadores”. Segundo o site da publicação, muitas pessoas perguntam a Shane se ele não se preocupa com o fato de tubarões ou peixes comerem seus ratinhos, no entanto, ele demonstra outra preocupação. “Gaivotas são a ameaça mais real, eu tenho que ficar por perto para ter a certeza de que meus rapazes estão seguros”. Para Wilmott, a segurança de seus camundongos está em primeiro lugar. “Eu fiz uma promessa a mim mesmo que, se um dos meus ratos se machucar, eu paro. Só faço isso porque acho que eles estão seguros. Esses bichinhos são mais que animais de estimação, são meus amigos”. Shane ensinou seu primeiro rato a surfar quando era ainda um adolescente, e hoje treina seus roedores em casa, antes de levá-los para uma aventura real. “No início eu os ensino no banho, para que possam se acostumar com seus equipamentos personalizados”.


Shane Wilmott acompanha de perto as manobras de um de seus ratos Crédito: Reprodução / Mail Online



Após essa fase, Shane leva os camundongos até a piscina, em seu quintal, e os reboca na água usando um barco de controle remoto. Segundo ele, isso deixa os ratinhos capazes de encarar pequenas ondas na praia. Frequentemente, multidões se reúnem para ver os surfistas minúsculos. “As pessoas veem as pranchas pequenas, mas não percebem que são ratinhos reais surfando até olharem de perto. Eles fazem as pessoas sorrirem”, finalizou Shane.

Muito legal rs...
Bjao Ale

Mimar demais os pets pode esconder problemas de relacionamento


Muitos casais jovens preferem ter animais de estimação a filhos

HELOÍSA NORONHA


O afeto por animais faz parte da vida da maioria das pessoas. Quem tem ou já teve um bichinho de estimação muito querido sabe o real valor dessa experiência. Não é à toa que o livro “Marley e Eu”, de John Grogan, emocionou milhares de pessoas e virou best-seller com direito a uma adaptação de sucesso para o cinema. Animais de estimação, por sua vez, também se mostram afetuosos – principalmente os cachorros, os preferidos. Em geral, os pets correspondem à atenção a eles dedicada. Podem ser brincalhões, divertidos, graciosos, gostosos de afagar e abraçar, fiéis, protetores... Todas essas características tornam animais de estimação um alvo fácil de atenção e diversão, encorajando pessoas a desenvolverem um vínculo afetivo com eles. “Gostar de animais é natural e remonta a nossa ancestralidade. Porém, como qualquer tipo de relacionamento, é legal enquanto for equilibrado”, comenta o psiquiatra Guido Boabaid May, de Santa Catarina.

Tratar pets como pessoas pode ser inadequado quando implica prejuízos às atividades do dono, aos seus relacionamentos familiares e sociais, ao seu lazer ou ao seu bolso. “Embora alguns pets ‘pareçam humanos’, como costumam dizer seus donos, eles não são. E as necessidades de humanos devem ter prioridade sobre a necessidade de seus pets”, destaca a psicóloga Ana Maria M. Serra, diretora-fundadora do Instituto de Terapia Cognitiva (ITC) e presidente-honorária da Associação Brasileira de Psicoterapia Cognitiva (ABPC). Ela argumenta, ainda, que sob a perspectiva dos animais tampouco é saudável tratá-los como humanos. “O animal, por mais ‘humano’ que possa parecer, tem necessidades próprias de liberdade, independência e atividade física. Ele necessita ter espaço para exercer os instintos com os quais foi naturalmente dotado, como farejar, vigiar, latir (no caso dos cães) e brincar com outros pets como forma de comunicação e de expressão emocional. Manter pets vestidos, perfumados, dentro de ambientes fechados e exigir deles um comportamento quase humano poderá prejudicar sua existência, seu desenvolvimento e sua saúde física e emocional”, salienta.

Julio Peres, psicólogo clínico e doutor em neurociências e comportamento pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), sustenta que a relação com um animal de estimação nunca será uma relação de igualdade como a que se pode estabelecer entre os seres humanos. “O dono exerce poder sobre o animal e está hierarquicamente acima dele. O animal, por sua vez, tende a absorver as regras que o dono, que o alimenta, impõe. O apego e o mimo demasiados podem prejudicar o animal e encobrir deficiências no relacionamento interpessoal dos donos, que poderiam tratar suas dificuldades entre os humanos, assim como com psicoterapia. O animal também sofre assumindo comportamentos neuróticos e ansiosos transmitidos pelo dono em sua relação patológica”, afirma.
Exageros
Muitas pessoas acabam extrapolando nos cuidados e zelos. “Há pessoas que nunca colocam o animal no chão e os carregam no colo direto. Há pessoas que se alimentam com o animal em cima da mesa comendo até no mesmo prato, há pessoas que não fazem absolutamente nenhuma atividade social para não se desgrudarem do seu animal”, exemplifica Carla Alice Berl, diretora do Hospital Veterinário Pet Care, de São Paulo.

É o caso da universitária Sofia P. Valle, de 25 anos, que dorme ao lado de sua poodle, Lady Di, e até a deixa beliscar em seu prato. “Muita gente critica minhas manias, mas nem ligo. Adoro a minha cachorrinha e faço tudo por ela mesmo. Confesso que, às vezes, sou mais atenciosa com ela do que com gente da minha família”, diz. A empresária Vania Cristina Mendes, de 37 anos, já deixou de sair e até de viajar nos fins de semana com pena de deixar seus gatos com algum parente ou em um hotel especial. “Assumo que fico com saudade deles”, revela.

Para Carla Berl, quem tem esse tipo de atitude não poupa o bichinho da solidão, e sim o prejudica. “O animal fica mal acostumado, literalmente falando. Quando o dono nunca se ausentou e uma hora o faz, abre espaço para o surgimento de um problema chamado síndrome da ausência do dono. O animal toma várias atitudes psicóticas e sofre. O ideal é sempre deixá-lo um pouco sozinho. E conviver com outras pessoas faz bem a ele, que se acostuma naturalmente a estas condições”, explica.

Substituição perigosa
Todos desenvolvemos, desde muito cedo, crenças a respeito do quanto somos amados por outros, ou o quanto acreditamos que reunimos, ou não, os fatores que nos levam a ser amados por outros. “Em termos cognitivos, dizemos que todos desenvolvem o que chamamos de um esquema de estima, ou, em alguns casos, um esquema de não estima”, explica a psicóloga Ana Maria. “No caso de pessoas que chegam à adolescência ou à idade adulta com um esquema de não estima, ou seja, acreditando que não são amadas, estas podem se distanciar de tentativas de vinculação a outras pessoas e, como estratégia compensatória, supervalorizam a relação com animais. Há ainda pessoas que, com base em suposto déficit em habilidades sociais, podem considerar as relações afetivas ou sociais como exageradamente demandantes e ameaçadoras, e se sentirem vulneráveis frente a elas. Nesse caso, poderão evitar ou se esquivar de aproximações afetivas ou sociais com outras pessoas, e dedicar-se exageradamente aos seus animais”, completa a especialista.

Isso é comum principalmente nos centros urbanos, segundo o psicólogo da USP Julio Peres. A maior parte dos casos inclui mulheres que procuram substituir a não-maternidade ou um companheiro. O amor incondicional de um animal de estimação pode diminuir o sofrimento do abandono, do desamparo e do isolamento, especialmente em pessoas mais sensíveis que sofreram traumas ou decepções com relacionamentos afetivos. Contudo, mesmo aplacando a dor, o relacionamento com o animal não resolve o sofrimento ou o trauma sofrido pelo dono. “Por exemplo, uma senhora que vivia com cinco gatos e dois cachorros me procurou para psicoterapia por não conseguir se relacionar com as pessoas, generalizadas como ‘agentes ameaçadores’. Essa senhora se lembrou de que os castigos severos de seu padrasto deram início ao seu forte vínculo com os animais. Ao se libertar dos traumas de infância, os relacionamentos saudáveis com as pessoas passaram a ocorrer”, conta Julio.

Filhos x pets
Vale ressaltar que apesar de pets representarem uma companhia importante e um fator de equilíbrio para crianças, adultos e idosos (neste caso, ajudando até a prevenir doenças como o mal de Alzheimer e outras formas de demência), eles não podem nem devem substituir a companhia de pessoas. Também é comum, hoje em dia, ver casais jovens que preferem manter animais de estimação em casa (cachorros, na maior parte dos casos) a ter filhos. Uma justificativa normal é o fato de que as responsabilidades associadas à posse de um bichinho são muito menos numerosas e graves do que aquelas que envolvem a chegada e a criação de um filho. “Cada caso é um caso, mas, via de regra, um animalzinho jamais conseguirá substituir, de modo adequado, a vivência de ter um filho”, alerta o psiquiatra Guido Boabaid May, de Santa Catarina.
O tema divide opiniões. Carla Alice Berl, do Hospital Veterinário Pet Care, considera a decisão “normal, pois filho, hoje em dia, acarreta uma série de compromissos como tempo, dinheiro e perda da liberdade. O animal faz bem este papel e é mais flexível.” “Por outro lado, a tentativa de transformar o animal num bebê pode encobrir receios quanto à capacidade de criar, educar e se relacionar com uma criança, que se diferencia demasiadamente e nunca será substituída pela relação com um animal de estimação”, pondera Julio Peres.

Essa tentativa de transformar pets em crianças explica, em parte, o fato de que o mercado de produtos para pets não para de crescer e de inventar novidades: máscaras para cílios e perfumes para cães e gatos, calmantes, florais de Bach, acessórios fashion, homeopatia, acupuntura etc. Esse boom de artigos pet é tendência no Brasil e nos Estados Unidos e menos comum na Europa, onde o direito dos animais é amplamente difundido. O exagero na procura de tratamentos, para atender a necessidades questionáveis e na compra de objetos dispensáveis reflete, também, a tendência consumista de nossa cultura. “Isso pode envolver também a dedicação exagerada aos pets que, entre outros fatores, sugere a satisfação de uma carência afetiva por donos que não se sentem amados ou valorizados por outras pessoas”, reforça Ana Maria.

Comportamento exagerado
1TosaUso excessivo dos serviços de grooming (tosa) pode prejudicar a saúde dos bichinhos;

2Roupas e acessóriosVestir os pets com roupas que tolhem sua liberdade podem causar lesões e afecções dermatológicas e de pelagem. Cosméticos, perfumes e banhos excessivos podem prejudicar o faro do animal;

3Pet shopVisitas frequentes aos pet shops podem representar um risco de contaminação

4DependênciaDependência em relação aos pets, em prejuízo de outras atividades de lazer;

5Isolamento socialPreferência pela companhia dos pets em detrimento das relações
familiares e sociais, o que pode facilitar o isolamento social;

Necessidades fundamentais
1 Afeto e atenção
2 Cuidados simplificados e contato com seu dono
3 Alimentação adequada e procedimentos de higiene constantes
4 Visitas ao veterinário e vacinação periódica
5 Espaço adequado às necessidades físicas e emocionais


Crédito - Uol Bichos

Muito boa a reportagem da Heloisa Noronha, muitos animais acabam prejudicados pelo excesso de seus donos quanto as expectativas criadas em relação a eles.
Precisamos respeitar mais os animais como eles são e suas necessidades isso sim é amor.
Bjao
Ale

quinta-feira, 24 de junho de 2010

'Plano de Paz' entre nações baleeiras e oponentes à caça fracassa

Discussões entre nações baleeiras e oponentes à caça para chegar a um acordo durante uma reunião anual da Comissão Internacional de Caça a Baleias (IWC, na sigla em inglês) fracassaram.

Após dois dias de negociações privadas em Agadir, no Marrocos, delegados participantes anunciaram que não foram capazes de chegar a um acordo em relação às questões mais importantes.

O acordo teria colocado atividades baleeiras na Islândia, Japão e Noruega sob supervisão internacional durante dez anos.

As negociações para o "plano de paz" vinham acontecendo há dois anos. Agora, os participantes preveem que haja um período de esfriamento que deve durar um ano.

"Após dois dias de negociações (...) parece que nosso processo chegou a um impasse", disse uma representante dos Estados Unidos, Monica Medina.

Os Estados Unidos estão entre as nações fazendo pressão para que haja um acordo. Segundo Medina, o fracasso das discussões não é culpa de nenhum país em particular.

Responsabilidade
Outros delegados, no entanto, tentaram - ainda que de forma moderada - responsabilizar seus oponentes pelo fracasso do plano.

A representante da Argentina, Susana Ruiz Cerutti, disse que um esboço da proposta que circulava entre governos há dois meses não atendia às necessidades de países latino-americanos.

"Ela legitima a pesca científica no Oceano do Sul (pelo Japão) e não reduz substancialmente os números", disse Cerutti.

A diferença que existe entre esta visão e a posição das nações baleeiras foi exemplificada pela representante do Ministério da Agricultura e Pesca do Japão, Yasue Funayama.

Para Funayama, o objetivo das negociações era "devolver a IWC sua função de organização administradora de recursos".

Nações contrárias à pesca de baleias querem que a IWC se transforme em uma organização voltada à conservação.

A proposta "continha elementos que o Japão teria extrema dificuldade em aceitar", disse Funayama.

Nos bastidores, fontes japonesas disseram que, para elas, o principal problema era a exigência, pela União Europeia e países latino-americanos, de que o programa de pesca na Antártida fosse suspenso dentro de um prazo definido de tempo.

Do ponto de vista do Japão, concordar em reduzir sua cota de 935 baleias caçadas por ano hoje para 200 daqui a dez anos representava um passo significativo, uma oferta que deveria ter sido aceitável para seus oponentes. Mais negociações, possivelmente sobre uma redução gradual até a suspensão total, aconteceriam mais adiante.

Geoffrey Palmer, ex-primeiro-ministro da Nova Zelândia e atual comissário para atividades baleeiras, intimamente envolvido nas "negociações de paz" disse que o "Japão mostrou flexibilidade real e vontade real de chegar a um acordo".

"Mas estamos em uma situação hoje em que as distâncias não podem ser eliminadas".

"E a razão para isso é óbvia: falta vontade política de vencer essas distâncias para que se chegue a uma solução de meio-termo".

Incerteza
O caminho agora é incerto. Muitos delegados estão se perguntando qual seria a vantagem de se deixar o assunto em aberto durante mais um ano. Se o acordo é impossível, então talvez seja melhor encarar os fatos agora, argumentam.

Optar por mais tempo "questionaria a credibilidade da comissão", disse Rami Parmentier, consultor político do Pew Environment Group, uma das entidades que vêm apoiando a ideia de uma solução de meio-termo.

Mas talvez haja também uma relutância em abandonar o tom construtivo dos últimos dois anos e arriscar um retorno ao clima de conflito que caracterizou a IWC no passado.

Outros grupos contrários à pesca da baleia, no entanto, ficaram satisfeitos por seus governos não terem aceito a proposta, já que, para eles, ela teria legitimado as atividades baleeiras da Islândia, Japão e Noruega.

"Se esse acordo tivesse vivido, teria vivido na vergonha", disse Patrick Ramage, chefe do programa de baleias do International Fund for Animal Welfare (IFAW).

"Talvez haja um período de resfriamento na IWC, mas nesse período, os baleeiros estarão ocupados, caçando suas presas", afirmou.
rédito - BBC Brasil

Não vamos desistir, vamos continuar lutando!!!
Bjao
Ale

terça-feira, 22 de junho de 2010

Mulher deixa mansão para seu Chihuahua

Em seu testamento, americana também deixou mais 2 milhões de libras para seus outros dois cachorros

Americana deu seu próprio Cadilac dourado para que a cadela fosse transportada
Crédito: Reprodução/ Daily Mail

O amor de alguns donos por seus animais pode atingir um nível incalculável. No caso da americana Gail Posner, o valor estimado de seu carinho pelos peludos está em torno de oito milhões de libras. Isso porque a excêntrica milionária resolveu deixar sua mansão, em Miami, estimada em 6 milhões, para Conchita, sua Chihuahua, e outros dois milhões para dois de seus cãezinhos.

De acordo com o site do jornal Daily Mail a mulher deixou também incríveis 17 milhões de libras para as suas empregadas e guarda-costas. A americana faleceu em março, aos 67 anos, mas deixou seu testamento por escrito indicando como gostaria que seu dinheiro fosse distribuído.

O surpreendente testamento, no entanto, está causando furor na família da americana. Isso porque o filho de Gail, Bret Carr, que ganhou módicas 650 mil libras, luta na justiça pela anulação do documento deixado pela mãe. Segundo a publicação, o filho defende que ela teria sido drogada e usado medicamentos muito fortes, o que teria abalado o seu julgamento.

Apesar das reclamações de Bret, o que parece é que a americana estava em seu juízo perfeito, ao julgar pelas extravagâncias que sua cadelinha Conchita sempre teve. A cadela frequentava regularmente spas caninos, tomava banho com diamantes e tem seu próprio carro “cama”, além de ostentar um colar Cartier no valor de 10 mil libras.


Conchita era tão mimada que foi presenteada com um colar de diamantes, da Cartier
Crédito: Reprodução/ Daily Mail


Além disso, Gail decidiu dar seu próprio Cadilac dourado para a cadela ser transportada semanalmente para o spa e manicure. Diante de tantos mimos, para muitos, não é surpresa nenhum a decisão de deixar parte de sua fortuna para Conchita.

E para quem queira saber de onde a americana arrumou tanto dinheiro para mimar seus bichinhos, o Daily Mail explica que Gail era filha de Victor Posner, famoso empresário e filantropo.

Créditos - Uol Bichos

Se tivesse doado a uma instituição estaria fazendo o bem de milhares de animais!!!
Ale

Bom dia mais ou menos .

Oi Petnautas

Hoje acordei com muita preguiça de levantar, abri a janela e voltei pra cama depois de ver o tempo.
Detesto dias sem Sol.
Meu pai sempre falava que eu tinha clorofila nas veias em vez de sangue porq eu funciono melhor em dias de Sol rs.... (fotossíntese), eu acho que SÓ funciono em dias de Sol, mas o mundo não para e tenho bastante coisa pra fazer hoje então, borá tomar um café pra esquentar a alma, calçar as galochas pois pode ser que chova e ai já viu como fica SP né!?
Bom dia mais ou menos pra todo mundo!!!
Ale

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Gratidão Animal

A Doberman está grávida.
O bombeiro acaba de salvá-la de um incêndio em sua casa,a salvou e colocou no jardim,
e logo continuou sua luta contra o fogo.

Quando finalmente conseguiu apagar o fogo,
se sentou para tomar um pouco de ar e descansar.

Um fotógrafo do jornal Notícias da Carolina do Norte/EUA, notou que a cadela observava a distancia o bombeiro.

Viu a Doberman caminhar direto até o bombeiro e se perguntou o que ela vai fazer?.

Asim que levantou sua câmera, o animal chegou até o homem cansado que acabara de salvar a sua vida e de seus bebês.

O fotógrafo captou o momento exato em que a cadela beijou o bombeiro.



POUCOS DE NÓS HUMANOS, TEMOS O GESTO NOBRE DE AGRADECER A QUEM NOS FAZ O BEM. ESSA FOTO NOS MOSTRA QUE ATÉ AS OUTRAS ESPÉCIES ANIMAIS TEM O SENTIDO DA GRATIDÃO.
O NÃO AGRADECER A QUEM NOS FAZ O BEM, DEMONSTRA O QUANTO AINDA TEMOS QUE SOFRER PARA NOS TORNARMOS HUMANOS.

Lindo dia a todos
Ale