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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Dachshund luta pelo título de cão mergulhador

Para realizar os mergulhos, Boniface usa um traje especial e ganha salsichas como incentivo e pagamento




Cãozinho tem traje especial para mergulhar em águas profundas
Crédito: Reprodução/Mail Online



Um grupo de mergulhadores russos tem um novo recruta, mas o que diferencia esse integrante, no entanto, é o seu tamanho diminuto. Ele é pequeno, peludinho e tem quatro patas! Sim, trata-se de um cachorrinho da raça Dachshund o novo membro da equipe.

Segundo o site do jornal Daily Mail, o “cão marítimo” mergulha com seu proprietário em um traje projetado especialmente para ele, e também uma máscara respiratória. Sergei Gorbunov é mergulhador profissional e foi também o responsável por treinar Boniface para a função.

Em entrevista à publicação, Gorbunov diz que sempre que ia mergulhar sem Boniface, o cão ficava chateado, então decidiu resolver o problema levando-o junto. Coube a uma empresa sul-coreana fazer o traje, e agora, os corajosos mergulhadores estão aptos para passar horas sob as ondas perto de Vladivostok, na Rússia.


Mergulhadores preparam Boniface para um mergulho teste na piscina
Crédito: Reprodução/Mail Online

A roupa vem acoplada com tanque de oxigênio e máscara de plexiglas, um material que resiste a altas pressões. Boniface, até agora, vestiu a roupa em uma série de testes em piscinas de águas profundas, com um pouco de incentivo de salsichas dadas por seu dono.

Gorbunov, que é diretor de mergulho do Vladivostok Maritime College, disse que seu cãozinho sentiu-se confortável com o mergulho. “Nós achamos que a experiência é um grande sucesso, Boniface se sentiu confortável com a água, mas talvez, seja só porque ele se alimenta de salsichas, antes e depois dos mergulhos”.

De acordo com o site, Sergei disse também que Boniface estará pronto, em breve, para mergulho em águas abertas com a equipe, em profundidade de até 45 metros, que é a distância máxima para mergulhadores humanos.

Muito bom rs...
Mergulhar é muito bom não me surpreende o cãozinho ter gostado!!!
Bjao
Ale

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Cavalos e seus disfarces

Há quem prefira como pet um robusto equino. E para mantê-lo sempre bonito, além dos cuidados com sua saúde, muitos também investem em fantasias













Cachorro volta para casa depois de 5 anos

Dono perdeu Jack quando foi à Irlanda, e graças ao microchip, o cãozinho foi encontrado na Inglaterra


Agora, os dois cachorrinhos atendem pelo mesmo nome
Crédito: Reprodução / Daily Mail

Volta e meia, sempre há um cachorrinho que se perde de seu dono. Em um caso recente, um bichinho só retornou para casa depois de quatro anos. Mas outro totó “superou o feito”, e conseguiu voltar para seu lar depois de incríveis cinco anos, para a felicidade de seu dono.

Quando o amado Jack Russell do inglês Michael Neary desapareceu há cinco anos, durante uma visita à Irlanda, o dono ficou desconsolado. Depois de um ano, o vazio em sua vida foi tão grande que apenas outro cachorro poderia preenchê-lo.

Segundo o jornal Daily Mail, foi então que o jardineiro de Morpeth, no condado de Northumberland, decidiu comprar um dos irmãos de seu cãozinho perdido, depois de mais uma ninhada dos mesmos pais, e o batizou de Jack, nome igual ao do outro cachorro. Na semana passada, no entanto, ele ficou surpreso quando recebeu uma ligação dizendo que Jack estava vivo e passando bem, em um abrigo de animais na Inglaterra, no condado de Cambridgeshire.

O dono do cachorrinho conseguiu reencontrá-lo graças à equipe do abrigo Wood Green, que descobriu que Jack estava microchipado com o número do telefone de Neary e seu endereço.

O incidente também surpreendeu os funcionários do abrigo. “A história de Jack impressionou a todos. Nós tivemos alguns casos em que demoraram vários meses para que um dono se reunisse ao seu cachorro, mas nunca algo como cinco anos”, disse um porta-voz da organização.

Neary ficou impressionado e muito feliz por seu cãozinho ter sido encontrado depois de tanto tempo. “Meu filho James foi buscá-lo imediatamente, e tudo parecia um pouco irreal, até que vi Jack novamente”, contou à publicação. “No começo, ele ficou desconfiado, mas depois de algum tempo começou a olhar para mim com a cabeça levantada, e parecia pensar: ‘eu conheço esse cara’”.

Enquanto isso, o outro Jack não faz ideia do que está acontecendo. “Quando eu chamo Jack, ambos vêm correndo abanando o rabo, e eu não sei como vou diferenciar um do outro agora. Eu poderia começar a chamá-los de primeiro Jack e o segundo Jack".

Crédito - Uol Bichos

Muito bom o reencontro, pra quem vive me perguntando para que colocar chip em Animais de estimação, acho esse um ótimo motivo.
Em alguns países os animais de rua também carregam um Chip para controle de natalidade e até mesmo de abandono.
Lindo dia a todos!!!
Ale

terça-feira, 29 de junho de 2010

Mimar demais os pets pode esconder problemas de relacionamento


Muitos casais jovens preferem ter animais de estimação a filhos

HELOÍSA NORONHA


O afeto por animais faz parte da vida da maioria das pessoas. Quem tem ou já teve um bichinho de estimação muito querido sabe o real valor dessa experiência. Não é à toa que o livro “Marley e Eu”, de John Grogan, emocionou milhares de pessoas e virou best-seller com direito a uma adaptação de sucesso para o cinema. Animais de estimação, por sua vez, também se mostram afetuosos – principalmente os cachorros, os preferidos. Em geral, os pets correspondem à atenção a eles dedicada. Podem ser brincalhões, divertidos, graciosos, gostosos de afagar e abraçar, fiéis, protetores... Todas essas características tornam animais de estimação um alvo fácil de atenção e diversão, encorajando pessoas a desenvolverem um vínculo afetivo com eles. “Gostar de animais é natural e remonta a nossa ancestralidade. Porém, como qualquer tipo de relacionamento, é legal enquanto for equilibrado”, comenta o psiquiatra Guido Boabaid May, de Santa Catarina.

Tratar pets como pessoas pode ser inadequado quando implica prejuízos às atividades do dono, aos seus relacionamentos familiares e sociais, ao seu lazer ou ao seu bolso. “Embora alguns pets ‘pareçam humanos’, como costumam dizer seus donos, eles não são. E as necessidades de humanos devem ter prioridade sobre a necessidade de seus pets”, destaca a psicóloga Ana Maria M. Serra, diretora-fundadora do Instituto de Terapia Cognitiva (ITC) e presidente-honorária da Associação Brasileira de Psicoterapia Cognitiva (ABPC). Ela argumenta, ainda, que sob a perspectiva dos animais tampouco é saudável tratá-los como humanos. “O animal, por mais ‘humano’ que possa parecer, tem necessidades próprias de liberdade, independência e atividade física. Ele necessita ter espaço para exercer os instintos com os quais foi naturalmente dotado, como farejar, vigiar, latir (no caso dos cães) e brincar com outros pets como forma de comunicação e de expressão emocional. Manter pets vestidos, perfumados, dentro de ambientes fechados e exigir deles um comportamento quase humano poderá prejudicar sua existência, seu desenvolvimento e sua saúde física e emocional”, salienta.

Julio Peres, psicólogo clínico e doutor em neurociências e comportamento pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), sustenta que a relação com um animal de estimação nunca será uma relação de igualdade como a que se pode estabelecer entre os seres humanos. “O dono exerce poder sobre o animal e está hierarquicamente acima dele. O animal, por sua vez, tende a absorver as regras que o dono, que o alimenta, impõe. O apego e o mimo demasiados podem prejudicar o animal e encobrir deficiências no relacionamento interpessoal dos donos, que poderiam tratar suas dificuldades entre os humanos, assim como com psicoterapia. O animal também sofre assumindo comportamentos neuróticos e ansiosos transmitidos pelo dono em sua relação patológica”, afirma.
Exageros
Muitas pessoas acabam extrapolando nos cuidados e zelos. “Há pessoas que nunca colocam o animal no chão e os carregam no colo direto. Há pessoas que se alimentam com o animal em cima da mesa comendo até no mesmo prato, há pessoas que não fazem absolutamente nenhuma atividade social para não se desgrudarem do seu animal”, exemplifica Carla Alice Berl, diretora do Hospital Veterinário Pet Care, de São Paulo.

É o caso da universitária Sofia P. Valle, de 25 anos, que dorme ao lado de sua poodle, Lady Di, e até a deixa beliscar em seu prato. “Muita gente critica minhas manias, mas nem ligo. Adoro a minha cachorrinha e faço tudo por ela mesmo. Confesso que, às vezes, sou mais atenciosa com ela do que com gente da minha família”, diz. A empresária Vania Cristina Mendes, de 37 anos, já deixou de sair e até de viajar nos fins de semana com pena de deixar seus gatos com algum parente ou em um hotel especial. “Assumo que fico com saudade deles”, revela.

Para Carla Berl, quem tem esse tipo de atitude não poupa o bichinho da solidão, e sim o prejudica. “O animal fica mal acostumado, literalmente falando. Quando o dono nunca se ausentou e uma hora o faz, abre espaço para o surgimento de um problema chamado síndrome da ausência do dono. O animal toma várias atitudes psicóticas e sofre. O ideal é sempre deixá-lo um pouco sozinho. E conviver com outras pessoas faz bem a ele, que se acostuma naturalmente a estas condições”, explica.

Substituição perigosa
Todos desenvolvemos, desde muito cedo, crenças a respeito do quanto somos amados por outros, ou o quanto acreditamos que reunimos, ou não, os fatores que nos levam a ser amados por outros. “Em termos cognitivos, dizemos que todos desenvolvem o que chamamos de um esquema de estima, ou, em alguns casos, um esquema de não estima”, explica a psicóloga Ana Maria. “No caso de pessoas que chegam à adolescência ou à idade adulta com um esquema de não estima, ou seja, acreditando que não são amadas, estas podem se distanciar de tentativas de vinculação a outras pessoas e, como estratégia compensatória, supervalorizam a relação com animais. Há ainda pessoas que, com base em suposto déficit em habilidades sociais, podem considerar as relações afetivas ou sociais como exageradamente demandantes e ameaçadoras, e se sentirem vulneráveis frente a elas. Nesse caso, poderão evitar ou se esquivar de aproximações afetivas ou sociais com outras pessoas, e dedicar-se exageradamente aos seus animais”, completa a especialista.

Isso é comum principalmente nos centros urbanos, segundo o psicólogo da USP Julio Peres. A maior parte dos casos inclui mulheres que procuram substituir a não-maternidade ou um companheiro. O amor incondicional de um animal de estimação pode diminuir o sofrimento do abandono, do desamparo e do isolamento, especialmente em pessoas mais sensíveis que sofreram traumas ou decepções com relacionamentos afetivos. Contudo, mesmo aplacando a dor, o relacionamento com o animal não resolve o sofrimento ou o trauma sofrido pelo dono. “Por exemplo, uma senhora que vivia com cinco gatos e dois cachorros me procurou para psicoterapia por não conseguir se relacionar com as pessoas, generalizadas como ‘agentes ameaçadores’. Essa senhora se lembrou de que os castigos severos de seu padrasto deram início ao seu forte vínculo com os animais. Ao se libertar dos traumas de infância, os relacionamentos saudáveis com as pessoas passaram a ocorrer”, conta Julio.

Filhos x pets
Vale ressaltar que apesar de pets representarem uma companhia importante e um fator de equilíbrio para crianças, adultos e idosos (neste caso, ajudando até a prevenir doenças como o mal de Alzheimer e outras formas de demência), eles não podem nem devem substituir a companhia de pessoas. Também é comum, hoje em dia, ver casais jovens que preferem manter animais de estimação em casa (cachorros, na maior parte dos casos) a ter filhos. Uma justificativa normal é o fato de que as responsabilidades associadas à posse de um bichinho são muito menos numerosas e graves do que aquelas que envolvem a chegada e a criação de um filho. “Cada caso é um caso, mas, via de regra, um animalzinho jamais conseguirá substituir, de modo adequado, a vivência de ter um filho”, alerta o psiquiatra Guido Boabaid May, de Santa Catarina.
O tema divide opiniões. Carla Alice Berl, do Hospital Veterinário Pet Care, considera a decisão “normal, pois filho, hoje em dia, acarreta uma série de compromissos como tempo, dinheiro e perda da liberdade. O animal faz bem este papel e é mais flexível.” “Por outro lado, a tentativa de transformar o animal num bebê pode encobrir receios quanto à capacidade de criar, educar e se relacionar com uma criança, que se diferencia demasiadamente e nunca será substituída pela relação com um animal de estimação”, pondera Julio Peres.

Essa tentativa de transformar pets em crianças explica, em parte, o fato de que o mercado de produtos para pets não para de crescer e de inventar novidades: máscaras para cílios e perfumes para cães e gatos, calmantes, florais de Bach, acessórios fashion, homeopatia, acupuntura etc. Esse boom de artigos pet é tendência no Brasil e nos Estados Unidos e menos comum na Europa, onde o direito dos animais é amplamente difundido. O exagero na procura de tratamentos, para atender a necessidades questionáveis e na compra de objetos dispensáveis reflete, também, a tendência consumista de nossa cultura. “Isso pode envolver também a dedicação exagerada aos pets que, entre outros fatores, sugere a satisfação de uma carência afetiva por donos que não se sentem amados ou valorizados por outras pessoas”, reforça Ana Maria.

Comportamento exagerado
1TosaUso excessivo dos serviços de grooming (tosa) pode prejudicar a saúde dos bichinhos;

2Roupas e acessóriosVestir os pets com roupas que tolhem sua liberdade podem causar lesões e afecções dermatológicas e de pelagem. Cosméticos, perfumes e banhos excessivos podem prejudicar o faro do animal;

3Pet shopVisitas frequentes aos pet shops podem representar um risco de contaminação

4DependênciaDependência em relação aos pets, em prejuízo de outras atividades de lazer;

5Isolamento socialPreferência pela companhia dos pets em detrimento das relações
familiares e sociais, o que pode facilitar o isolamento social;

Necessidades fundamentais
1 Afeto e atenção
2 Cuidados simplificados e contato com seu dono
3 Alimentação adequada e procedimentos de higiene constantes
4 Visitas ao veterinário e vacinação periódica
5 Espaço adequado às necessidades físicas e emocionais


Crédito - Uol Bichos

Muito boa a reportagem da Heloisa Noronha, muitos animais acabam prejudicados pelo excesso de seus donos quanto as expectativas criadas em relação a eles.
Precisamos respeitar mais os animais como eles são e suas necessidades isso sim é amor.
Bjao
Ale

terça-feira, 22 de junho de 2010

Mulher deixa mansão para seu Chihuahua

Em seu testamento, americana também deixou mais 2 milhões de libras para seus outros dois cachorros

Americana deu seu próprio Cadilac dourado para que a cadela fosse transportada
Crédito: Reprodução/ Daily Mail

O amor de alguns donos por seus animais pode atingir um nível incalculável. No caso da americana Gail Posner, o valor estimado de seu carinho pelos peludos está em torno de oito milhões de libras. Isso porque a excêntrica milionária resolveu deixar sua mansão, em Miami, estimada em 6 milhões, para Conchita, sua Chihuahua, e outros dois milhões para dois de seus cãezinhos.

De acordo com o site do jornal Daily Mail a mulher deixou também incríveis 17 milhões de libras para as suas empregadas e guarda-costas. A americana faleceu em março, aos 67 anos, mas deixou seu testamento por escrito indicando como gostaria que seu dinheiro fosse distribuído.

O surpreendente testamento, no entanto, está causando furor na família da americana. Isso porque o filho de Gail, Bret Carr, que ganhou módicas 650 mil libras, luta na justiça pela anulação do documento deixado pela mãe. Segundo a publicação, o filho defende que ela teria sido drogada e usado medicamentos muito fortes, o que teria abalado o seu julgamento.

Apesar das reclamações de Bret, o que parece é que a americana estava em seu juízo perfeito, ao julgar pelas extravagâncias que sua cadelinha Conchita sempre teve. A cadela frequentava regularmente spas caninos, tomava banho com diamantes e tem seu próprio carro “cama”, além de ostentar um colar Cartier no valor de 10 mil libras.


Conchita era tão mimada que foi presenteada com um colar de diamantes, da Cartier
Crédito: Reprodução/ Daily Mail


Além disso, Gail decidiu dar seu próprio Cadilac dourado para a cadela ser transportada semanalmente para o spa e manicure. Diante de tantos mimos, para muitos, não é surpresa nenhum a decisão de deixar parte de sua fortuna para Conchita.

E para quem queira saber de onde a americana arrumou tanto dinheiro para mimar seus bichinhos, o Daily Mail explica que Gail era filha de Victor Posner, famoso empresário e filantropo.

Créditos - Uol Bichos

Se tivesse doado a uma instituição estaria fazendo o bem de milhares de animais!!!
Ale

Cachorros são considerados impuros no Irã

Aiatolá iraniano desencorajou a população a adotar cães como animais de companhia.


Para quem gosta de ter um cãozinho como pet, ir para o Irã não é uma boa ideia. Isso porque um importante clérigo iraniano decretou que cachorros são “impuros” e não devem ser mantidos como animais de estimação. A declaração faz parte de um movimento que visa desencorajar a posse de cães no Estado islâmico, segundo o site Calgary Herald.

Na tradição islâmica, os cães são considerados impuros, mas, apesar de relativamente raros por lá, algumas pessoas os criam normalmente. Ao emitir um fatwa (decreto religioso), o aiatolá Naser Makarem Shirazi enviou uma clara mensagem de que essa tendência deve parar.

“A amizade com cachorros é uma imitação cega do Ocidente. Há muitas pessoas no Ocidente que amam seus cães mais do que suas esposas e filhos”, disse Shirazi ao periódico local Javan Daily.

Na lei islâmica, cães de guarda e pastores até são aceitos, mas os iranianos que levam seus cachorros para passear em parques públicos, ou os carregam em seus carros, podem acabar multados pela polícia.

O Alcorão não proíbe o contato com cachorros, disse o aiatolá, mas a tradição islâmica quer mostrar o contrário. “Temos muitos relatos de que no Islã os cães são impuros”, contra-atacou Shirazi.

Crédito - Pet Mag

Cada absurdo!!!
Impuros são eles que não acertam uma, só falam abobrinhas.
Acredito de Deus é amor acima de tudo, não poder amar um animal ou alguém não pode vir de Deus,e sim de uma pessoa MAU AMADA RRRRRRR que raiva!!!
Ale

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Gratidão Animal

A Doberman está grávida.
O bombeiro acaba de salvá-la de um incêndio em sua casa,a salvou e colocou no jardim,
e logo continuou sua luta contra o fogo.

Quando finalmente conseguiu apagar o fogo,
se sentou para tomar um pouco de ar e descansar.

Um fotógrafo do jornal Notícias da Carolina do Norte/EUA, notou que a cadela observava a distancia o bombeiro.

Viu a Doberman caminhar direto até o bombeiro e se perguntou o que ela vai fazer?.

Asim que levantou sua câmera, o animal chegou até o homem cansado que acabara de salvar a sua vida e de seus bebês.

O fotógrafo captou o momento exato em que a cadela beijou o bombeiro.



POUCOS DE NÓS HUMANOS, TEMOS O GESTO NOBRE DE AGRADECER A QUEM NOS FAZ O BEM. ESSA FOTO NOS MOSTRA QUE ATÉ AS OUTRAS ESPÉCIES ANIMAIS TEM O SENTIDO DA GRATIDÃO.
O NÃO AGRADECER A QUEM NOS FAZ O BEM, DEMONSTRA O QUANTO AINDA TEMOS QUE SOFRER PARA NOS TORNARMOS HUMANOS.

Lindo dia a todos
Ale

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Cão protege e guia cachorrinha cega, na Inglaterra

Por Giovanna Chinellato (da Redação)

Ellie e Leo (Foto: Paws Nation)

Esses dois cães são mais do que apenas melhores amigos, eles compartilham um laço raro.

Ellie, uma cavalier spaniel da Inglaterra, é quase completamente cega. Conforme relata o site Paw Nation, enquanto seu tutor e uma organização local pelos animais trabalham para arrecadar fundos para uma operação de restaurar a visão, um pastor alemão chamado Leo resolveu a questão com as próprias patas: ele está protegendo-a e guiando-a.

“Ellie tem catarata nos dois olhos e enxerga apenas vultos”, explica Jean Spencer, administrador da Rochdale’s Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals, numa entrevista ao Manchester Evening News. “Mas Leo, que é um cão grande, tornou-se seus olhos. É tocante vê-los junto. Ela segue-o pelos lugares e se aconchega nele.”

“Ellie fazia parte de uma ninhada resgatada de condições cruéis pela RSPCA”, disse Julie Lander, voluntária da RSPCA e tutora de Leo e Ellie. “Em razão de ter cataratas, os olhos de Ellie não conseguem se adaptar como deviam no escuro, devido a problemas musculares. Os filhotes não tinham luz ou forma de se aquecer. Senti-me muito tocada por ela quando chegou, sabendo que precisaria de uma casa muito especial. Mas eu também sabia que ela estaria bem com o Leo, já que ele simplesmente ama cãezinhos pequenos e cuida deles logo de cara”.

Lander continuou explicando como Leo, de quase 40kg, mantém sua nova amiga segura. “Levo-os para caminhar no parque e ele guia Ellie pelo lugar. Ele também é protetor e espanta os outros cães de perto”, Julie disse.

Crédito Anda notícas

Realmente muito comovente, a solidariedade animal é linda quem dera os humanos tivessem o mesmo espírito.
Ale

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Os riscos da Traqueobronquite Infecciosa Canina

Veterinária explica as formas de contágio e como prevenir a doença



Mais conhecida como “Tosse dos Canis”, a doença é uma enfermidade que ataca o sistema respiratório dos cães, produzindo crises de tosse. Para os donos, a impressão é que os bichinhos estão com algo incomodando a garganta. Trata-se de uma doença que aparece sem avisar e não proporciona ao proprietário indícios do problema antes dele se instalar. Pode atingir animais de diferentes idades, tendo como principal característica episódios de tosse associados à dificuldade respiratória em menor ou maior intensidade.

Os animais mais susceptíveis à Tosse dos Canis são os filhotes e os adultos debilitados por outras doenças, como verminoses ou aqueles submetidos a situações de estresse, como viagens longas, confinamentos em hotéis, caixas em exposições, alimentação inadequada, anemias, etc.

A doença é altamente transmissível pelas gotas de saliva e os animais apresentam os primeiros sintomas entre três a 10 dias após a infecção. Vale lembrar que os sintomas podem persistir por até quatro semanas. Fatores ambientais como, produtos de limpeza à base de formol, poeira e alterações bruscas de temperatura também podem predispor os animais às crises, favorecendo a penetração de microorganismos da tosse dos canis.

Outro sintoma comum, a irritação das narinas, pode facilitar a penetração dos micróbios existentes no chão e na terra, facilitando o surgimento de uma secreção purulenta no nariz. Nestes casos é necessária a aplicação de antibióticos, principalmente quando os animais apresentam falta de apetite, febre, apatia e perda de peso.

Na maioria dos casos, a infecção é dupla, causada por vírus (influenza) e bactéria (bordetella bronchiseptica). Recomenda-se a imunização dos filhotes através do uso de vacinas intranasais a partir de oito semanas de vida, com revacinação anual.

E não se esqueça, com a chegada do inverno, não deixe a vacinação para a última hora! Proteja seu cãozinho já!

Crédito Pet Mag

Vamos ficar atentos!!!
Ale