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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Os riscos da Traqueobronquite Infecciosa Canina

Veterinária explica as formas de contágio e como prevenir a doença



Mais conhecida como “Tosse dos Canis”, a doença é uma enfermidade que ataca o sistema respiratório dos cães, produzindo crises de tosse. Para os donos, a impressão é que os bichinhos estão com algo incomodando a garganta. Trata-se de uma doença que aparece sem avisar e não proporciona ao proprietário indícios do problema antes dele se instalar. Pode atingir animais de diferentes idades, tendo como principal característica episódios de tosse associados à dificuldade respiratória em menor ou maior intensidade.

Os animais mais susceptíveis à Tosse dos Canis são os filhotes e os adultos debilitados por outras doenças, como verminoses ou aqueles submetidos a situações de estresse, como viagens longas, confinamentos em hotéis, caixas em exposições, alimentação inadequada, anemias, etc.

A doença é altamente transmissível pelas gotas de saliva e os animais apresentam os primeiros sintomas entre três a 10 dias após a infecção. Vale lembrar que os sintomas podem persistir por até quatro semanas. Fatores ambientais como, produtos de limpeza à base de formol, poeira e alterações bruscas de temperatura também podem predispor os animais às crises, favorecendo a penetração de microorganismos da tosse dos canis.

Outro sintoma comum, a irritação das narinas, pode facilitar a penetração dos micróbios existentes no chão e na terra, facilitando o surgimento de uma secreção purulenta no nariz. Nestes casos é necessária a aplicação de antibióticos, principalmente quando os animais apresentam falta de apetite, febre, apatia e perda de peso.

Na maioria dos casos, a infecção é dupla, causada por vírus (influenza) e bactéria (bordetella bronchiseptica). Recomenda-se a imunização dos filhotes através do uso de vacinas intranasais a partir de oito semanas de vida, com revacinação anual.

E não se esqueça, com a chegada do inverno, não deixe a vacinação para a última hora! Proteja seu cãozinho já!

Crédito Pet Mag

Vamos ficar atentos!!!
Ale

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Bichos procuram alma gêmea na Internet

Na onda dos namoros virtuais, até mesmo cães e gatos estão em busca de um parceiro nas redes sociais


Os cachorros também estão em busca de sua cara metade
Crédito: Flickr/ CC - Donnaphoto

Os donos já cansados de presenciar seu amigo peludo atacando a perna das visitas, finalmente, podem ficar tranquilos. Isso porque a solução do problema é mais simples do que parece. Que tal encontrar um parceiro para o bichinho? Assim, ele não teria a necessidade de atacar as pessoas ou ursinhos de pelúcia por aí. E como nem sempre é fácil encontrar um namorado (a) à altura do seu pet, algumas agências de relacionamento e redes sociais têm contribuído nesse aspecto.

Às vésperas do Dia dos Namorados, a comunidade “Agência de Namoro Para Cães”, do Orkut, é uma das mais frequentadas pelos solteirões de quatro patas. O Cocker Spaniel Dimon, de 2 anos, é um deles. Segundo a publicitária Mariana Leivas Lourenço, proprietária do cãozinho, o perfil foi aberto há 15 dias e já conta com o interesse de duas pretendentes. “Ainda não achei uma namorada para ele porque o perfil dele é novo, mas procuro alguém que seja da mesma raça e que tenha uma idade que não vá comprometer a saúde da cachorrinha”, esclarece a carioca.

Com um pouco menos de sorte que Dimon, Bethoven, um Pinscher miniatura de 3 anos, ainda não encontrou sua alma gêmea, mas está confiante, como conta Halis Matozo, dono do animal. “Resolvi procurar uma namorada para ele na Internet, pois é um dos meios de comunicação mais usados, ou seja, as chances de encontrar alguém são maiores”.


O Cocker Dimon está em busca de uma parceira e já tem duas pretendentes
Crédito: Arquivo pessoal

Esse foi o mesmo motivo que levou Mariana Leivas a criar um perfil para seu Cocker, que como a própria dona define, é um ótimo partido. “O Dimon é um cãozinho dócil, carinhoso, brincalhão, um pouco teimoso e carente também”. Já Bethoven é mais direto na sua definição: “sou um cão de bom temperamento e muito carinhoso”.

Amor, sexo e DSTs
Apesar da simplicidade de alguns na descrição de suas características, há quem prefira os detalhes mais particulares para fisgar rapidamente o coração de uma cadelinha. O Maltês Billy, por exemplo, se define como “macho, bota macho nisso”, carioca da gema e quatro anos de amor acumulado.

O cãozinho vai além, e conta características importantes, como o fato de ser “limpo, asseado e dono de um olhar muito cativante”. Infelizmente, apesar de suas investidas, o animal aguarda por uma pretendente que preencha suas expectativas. “Não tenho preconceito para o amor. Já que nunca estive com uma fêmea da mesma raça, não tenho esse tipo de exigência”, finaliza.

Apesar do amor não ter preconceitos, a médica veterinária Fernanda Fragata, do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo, lembra da importância da análise de alguns detalhes quanto à saúde. Na hora de escolher um parceiro para o animal, o dono deve pedir informações sobre o seu histórico para evitar problemas genéticos nos filhotes, futuramente. “No caso de doenças como displasia, sarna, demodécica, entre outros, o cruzamento é contra-indicado”, orienta a especialista.


Para garantir a saúde dos filhotes que nascerão, é preciso estar atento à saúde do casal de animais
Crédito: Flickr/ CC – Dragan*

A veterinária alerta ainda para as já conhecidas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) que também são transmitidas entre os bichinhos. “Infelizmente, a contaminação do parceiro é muito frequente. Existe o TVT (tumor venéreo transmissível), por exemplo, cujo contágio é muito fácil e o tratamento é à base de quimioterapia, e em alguns casos, até a cirurgia”.

Outra doença frequente é a brucelose, que causa abortos e pode levar os animais à esterilidade. A médica alerta ainda que a doença “é uma zoonose, ou seja, pode acometer os donos do animal, causando as mesmas consequências nos humanos”.

E para aproveitar o Dia dos Namorados com segurança, a Dra. Fernanda orienta os donos a manterem sempre em dia a carteirinha de vacinação dos animais e se possível, visitar o ambiente onde o pretendente vive, para só depois, permitir o namoro. Lembrando que a vermifugação também é essencial, principalmente para as futuras mamães.

Muito legal, aco que a proposta é válida.
Apoiado!!!
Ale